Conversando com algumas pessoas do meio político, acreditam que o ex-prefeito de Erechim, Luiz Schmidt, teve o mesmo problema que o ex-prefeito Eloi Zanella nas eleições de 2004, quando concorreu à reeleição.
Perfil populista de lado
Ao longo do mandato passado, Schmidt deixou de lado seu perfil mais populista de outrora, e foi mais gestor de gabinete que de trecho (como era Zanella). Desta forma, consumiu muita informação através de relatos de secretários, mas que na prática não eram bem assim.
Relatos que destoam com a realidade
Em 2004, logo após a vitória nas urnas de Eloi Zanella (gestor de gabinete), o entrevistei e me disse que quando saiu para a campanha ouviu relatos da população muito diferentes do que ouvia dos secretários. Chegou a dizer que “não sei se o Proeti é um projeto ou recreação”.
Se protegem com inverdades
Escrevo isso, não para eximir ninguém, mas para mostrar que “os olhos do prefeito, nem sempre são dele”. Os cargos de primeiro escalão que devem ser de total fidelidade, não raro, acabam se protegendo e não passam a realidade para o prefeito.
Um passado recente e a forma atual
Nos dois mandatos de Polis, de 2009 a 2016, em muitos momentos, mesmo sabendo, evitou exonerar alguns nomes por acordos políticos e pelo perfil inicial deste terceiro mandato, isso não deve se repetir. Quer resultados.