A matéria publicada na coluna de ontem (4), sobre o novo cálculo para eleição dos vereadores nas eleições desse ano, sem coligações na proporcional, gerou muitas dúvidas. Principalmente com relação ao preenchimento das vagas na sobra dos partidos.
O cálculo que fiz, me baseando num vídeo de 15 minutos de um professor universitário de Ciências Sociais, ele despreza os partidos que não conquistam uma vaga, para efeito de preenchimentos das vagas remanescentes.
O entendimento de muitos, após participarem de cursos, entre eles o presidente do PSDB em Erechim, Alan Festugatto, e o vereador, Emerso Schelski (que mandou até vídeo sobre o tema), é que todas as sobras, mesmo sem conquistar uma vaga, entram no rateio das vagas que restam.
É um tema complexo e irei voltar ao assunto em breve. Caso valha a conta, que o PSDB apresenta, o Solidariedade e os Progressistas fariam uma cadeira cada.