O presidente estadual dos Democratas, Rodrigo Lorenzoni, que também é deputado estadual, esteve em Erechim na noite de segunda-feira (9) e visitou mais alguns municípios da região na terça-feira (10). Ele que é filho do ministro chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, participou do primeiro encontro com a nova Executiva do partido que tem na presidência, Rogério Pizzatto.
Liberdade Econômica Estadual
Na edição de ontem (10), trouxe algo sobre a MP da Liberdade Econômica a nível federal, de autoria do deputado Jerônimo Goergen. Lorenzoni é autor do Projeto de Lei que cria a declaração estadual de direitos de liberdade econômica: “O objetivo é adequar o RS a MP do governo federal, com liberdade para exercer atividades econômicas, presunção de boa-fé e principalmente interferência mínima e excepcional do Estado sobre a prática de atividades econômicas. Isso para destravar a economia gaúcha, gerando emprego e renda”, afirma Lorenzoni.
Fortalecimento da base partidária
De acordo com o dirigente partidário, “os Democratas vêm na construção de um fortalecimento de sua base partidária. Viemos de uma eleição em que foi reconhecido de uma forma bastante significativa pela sociedade o que viemos pregando há muito tempo. Um dos grandes legados dos Democratas é a coerência. Sempre tivemos um lado bem definido. E estamos num novo ciclo eleitoral, que terá seu complemento em 2020”.
Em busca de um ciclo sólido
Aposta que “para seguir transformando o país, precisamos um ciclo muito sólido nas cidades, onde acontece a vida das pessoas. E temos como foco, fortalecer o DEM nas principais cidades do Estado. Buscaremos ter o maior espaço de protagonismo possível, e Erechim pela importância regional e o que representa para o RS não é diferente”.
Jamais estará junto com siglas da esquerda
Acredita que o grupo de Erechim está bem organizado: “buscaremos o máximo possível de protagonismo e temos a intenção de ter candidatura própria para prefeito em Erechim”. Sobre alianças locais, Lorenzoni deixa claro que serão unicamente definidas pelas executivas municipais, sem gerência estadual e federal, mas por questões ideológicas o partido não pode estar junto com siglas de esquerda.